Sistema Teleparque chega à cidade de Beja

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2_miguelcapaÉ possível agora pagar ou revalidar o estacionamento na cidade de Beja através de uma simples chamada telefónica ou através da Internet. 
Já está em funcionamento o Teleparque, um sistema inovador que permite efectuar o pagamento ou a revalidação do parqueamento nas zonas controladas por parquímetros, através de uma chamada telefónica gratuita (800 912 350) ou através da Internet (www.teleparque.pt). 
Com este novo sistema, para além de ser possível prolongar o período de estacionamento sem se deslocar ao parquímetro, são evitados alguns dos problemas mais comuns como a falta de moedas.
Para aderir a este serviço, os interessados devem adquirir o cartão Teleparque junto de um agente de fiscalização ou contactar a Linha de Apoio a Clientes pelo 284 327 855. O cartão é composto por duas partes que deverão ser destacadas pelo picotado – a parte amarela deverá ser levada pelo utilizador do estacionamento e a parte azul deverá ficar exposta de forma bem visível no tablier da viatura durante o período de uso. O cartão tem o custo de 5 euros (contém 5 euros de estacionamento pré carregados) e, posteriormente, pode ser recarregado através do Multibanco.

Dezembro em desassossego

2_david_blancoComo é habitual, a Galeria do Desassossego, em Beja, apresenta na sua página do MySpace a programação cultural para o mês entrante. Assim, já neste fim-de-semana, sexta-feira 4, «A noite é dos poetas…», mas no sábado e no domingo a música é outra, com Golpes e Gazua, respectivamente, a subirem ao palco.

PCP contra preços do ferry

2_reformaagrariaO deputado comunista Francisco Lopes, eleito por Setúbal, manifestou-se contra a utilização dos «preços dos transportes fluviais para Tróia como uma barreira para impedir o acesso» a esta zona balnear do concelho de Grândola. O deputado do PCP disse que os resultados da empresa Atlantic Ferries – responsável pela travessia entre Setúbal e a península de Tróia – devem ser analisados no contexto do grupo Sonae-Turismo e não isoladamente.

Peça de Beckett pelo Cendrev

joaoportuguesO Centro Dramático de Évora (Cendrev) vai repor no Teatro Garcia de Resende, naquela cidade, a partir de 17, a «estranha história de amor» retratada na peça «Os Dias Felizes», de Samuel Beckett.
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A companhia teatral alentejana anunciou que a produção, com encenação de Júlio Castronuovo e interpretação de Isabel Bilou e Rui Nuno, vai estar em cena até ao dia 28 deste mês, com espectáculos à noite, de quarta-feira a sábado, e à tarde, aos domingos. Trata-se de «uma reposição que se justifica plenamente, dado o calendário de 2009 não ter permitido realizar em Évora um número suficiente de apresentações», justifica o Cendrev.
«Os Dias Felizes», do dramaturgo irlandês Samuel Beckett, estreada pelo Cendrev, em Évora, em Abril do ano passado, aborda uma «estranha história de amor», em que a personagem de Winnie se afunda na terra e cria o seu presente a partir de fragmentos de uma existência anterior. 
Nascido a 13 de Abril de 1906, na cidade irlandesa de Dublin, o romancista e dramaturgo Samuel Beckett foi consagrado como um dos nomes mais proeminentes do teatro do absurdo. «À Espera de Godot», «Fim de Partida», «A Última Gravação», «Não Eu» ou «Balanço» são outras das obras deste autor, vencedor do Prémio Nobel da Literatura em 1969. Beckett lida com temas complexos e existencialistas, como a desilusão, o sofrimento e o absurdo da condição humana.

PCP critica novo adiamento do arranque do aeroporto

2_aeroporto4Os comunistas de Beja exigem que o Governo e o PS dêem «esclarecimentos públicos sobre a verdadeira situação do aeroporto de Beja». Isto, depois do anúncio de mais um adiamento – por nove meses – do início do funcionamento daquela infra-estrutura, cujo arranque foi já anunciado várias vezes. 

«Uma vez mais o PS adiou o início da exploração do aeroporto de Beja. Agora, o Governo nem sequer teve a coragem de enviar um ministro para dar a notícia: aproveitando a realização em Beja das Jornadas Parlamentares do PS (aliás, uma iniciativa de pura propaganda, sem qualquer benefício ou novidade para o Alentejo ou o País), encarregou uma deputada de dar mais uma “prenda de Natal” aos bejenses – a entrada em funcionamento do aeroporto de Beja está prevista, de acordo com o novo anúncio, para “dentro de nove meses”!», denuncia o PCP.
Em nota à comunicação social, o secretariado da Direcção da Organização Regional de Beja (Dorbe) do PCP recorda que «José Sócrates e seus ministros, bem como o PS de Beja, já tinham “prometido” várias datas para o arranque do aeroporto de Beja, sobretudo em vésperas de eleições». Agora, escrevem os comunistas bejenses, «a desculpa para o novo adiamento é que faltam “os acabamentos de construção civil”, falta “a instalação dos equipamentos”, faltam “os acordos com a Força Aérea para o uso das pistas da BA11” e falta “o processo de certificação” – ou seja, falta quase tudo para o aeroporto estar operacional». E ainda, acrescenta o PCP, falta um modelo de gestão e «falta o verdadeiro IP8 entre Sines, o aeroporto e a fronteira para que possam circular mercadorias e visitantes». 
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Para o PCP, «na verdade, o que falta é vergonha ao PS e ao seu Governo, que continuam a brincar com as populações do distrito de Beja – numa altura em que a crise económica e social atinge a região de forma grave, em especial quanto à subida do desemprego, e em que seria urgente operacionalizar o aeroporto para dinamizar a economia». E mais: «Ao aeroporto de Beja – primeiro era “aeroporto internacional”, depois foi reduzido a “terminal civil” – está a acontecer o mesmo do que a outros grandes projectos no Alentejo, como por exemplo o empreendimento de Alqueva ou o IP8, que arrancaram com décadas de atraso e que, mesmo assim, uma vez iniciados, estão parados ou se arrastam com enormes atrasos e problemas, sem ainda estarem ao serviço das populações. Tudo isto por falta de vontade política do actual e de anteriores governos em relação ao Alentejo, com elevadíssimos prejuízos para o desenvolvimento do distrito e da região, cujas populações poderiam já há muito estar a beneficiar plenamente destes investimentos públicos».
A direcção do PCP «denuncia mais este acto hostil do Governo PS contra o distrito de Beja e exige esclarecimentos públicos sobre a verdadeira situação do aeroporto de Beja».

Incompetência, boicote
ou falta de vontade política?

O deputado do PCP eleito pelo distrito de Beja, José Soeiro, através de uma pergunta dirigida ao ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, já questionou o Governo e exigiu «um cabal esclarecimento sobre as verdadeiras razões» de «mais este inesperado adiamento».
«Mais um adiamento a desmentir todas as afirmações do Governo anterior», refere o deputado, questionando se os atrasos se devem à «incompetência ou ao boicote deliberado do Ministério das Obras Públicas», à «falta de vontade política» ou à «intenção não assumida do Governo de associar o aeroporto de Beja à injustificável privatização da ANA».

Construam-me todo, porra!

No dia 2 de Dezembro de 2007 foi lançado em Beja, pelo primeiro-ministro José Sócrates, com pompa e circunstância, o concurso público de construção e exploração da Concessão Baixo Alentejo, onde se inclui, entre outras estradas, o tão adiado IP8, agora rebaptizado com o nome de A26. Por essa altura foi dito que o mesmo seria adjudicado em Outubro de 2008. No entanto, só no dia 31 de Janeiro deste ano, mais uma vez com a presença do primeiro-ministro, foi assinado, em Ferreira do Alentejo, o contrato de concessão que inclui o IP8. 

A somar a estas cerimónias, outras se vão sucedendo sobre o mesmo tema, gastando tempo e dinheiro em actos sem qualquer utilidade, que apenas servem para dar a ideia de que o Governo está preocupado com o desenvolvimento do Alentejo e o bem-estar das suas gentes, procurando fazer esquecer que muitas das dificuldades actuais têm a ver com a falta de investimento estratégico no Alentejo e com o adiar a construção, ano após ano, de obras que poderiam ter contribuído para evitar a situação de atraso em nos encontramos.
Certamente que assistiremos brevemente ao lançamento da primeira pedra, depois eventualmente ao inaugurar do primeiro quilómetro de estrada, ao assinalar do primeiro aniversário da assinatura do contrato… Sim, porque estamos em ano de eleições e convém – como mandam as «boas» práticas propagandísticas– fazer render esta obra que já devia estar construída e ao serviço da região, conforme promessa do Partido Socialista que, no seu programa eleitoral de 2001, anunciava que íamos ter IP8 em 2005. Sem retirar importância ao anúncio do avanço da obra e não esquecendo o ditado popular de que «mais vale tarde do que nunca», há duas questões que devemos continuar a exigir: a estrada sem portagens e a sua construção em perfil de auto-estrada até à fronteira de Ficalho. E, parafraseando a inscrição junto de Alqueva há anos, é caso para dizer agora, sobre o IP8: «Construam-me todo, porra!

Santiago do Cacém

2_jbescolaAna Paula Lança, uma artesã autodidacta de Ermidas do Sado, mostra os seus trabalhos, até ao dia 24 de Julho, no Posto de Informação Turística de Santiago do Cacém. Os seus motivos preferidos são, como não podia deixar de ser, os montes alentejanos e as paisagens da região onde pontuam sobreiros e azinheiras. A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09:00 às 17:00 horas e ao sábado, entre as 9:00 e as 13:00 e as 14:00 e as 17:00 horas.

Já está a receber utentes

O novo complexo termal da vila de Nisa é inaugurado em Julho, num investimento superior a 10 milhões de euros. O complexo termal, que está a funcionar em regime experimental, conta com um centro de internamento para reabilitação física e motora.

Diariamente estão a usufruir daquele espaço cerca de 50 a 60 utentes, mas após a inauguração oficial o número de utilizadores deverá aumentar significativamente.
Em declarações à agência Lusa, a presidente da Câmara de Nisa, Gabriela Tsukamoto, considerou que se trata de um «investimento estratégico para o Norte Alentejano», que contou com apoios comunitários, tendo o município investido cerca de 10 por cento da verba aplicada.
As águas termais de Nisa são indicadas no tratamento de doenças reumáticas, respiratórias, pele, recuperação motora e alterações do colesterol e ácido úrico.
O novo complexo termal é composto por uma clínica de reabilitação e consultório médico, oferecendo ainda serviços complementares na área da psicoterapia, cessação tabágica, aconselhamento nutricional, hidroterapia termal, massagens, sauna e banhos turcos. O equipamento tem ainda ao serviço dos utentes um ginásio, actividades aeróbicas, piscina e corredor de marcha, fisioterapia, internamento e várias consultas especializadas.
No que diz respeito ao programa de SPA Termal, o complexo oferece aos utentes sessões de relaxamento, antistress, emagrecimento, «fitness» termal, hidro-ginástica, curas de saúde e «one day SPA».
O centro de internamento para reabilitação física e motora, que será aberto ao público no dia 1 de Julho, é uma das valências que a autarca considera «inovador». «Vai ser fundamental para todas aquelas pessoas que se encontram em lista de espera neste País, porque juntamos aqui o tratamento termal à recuperação física e motora», observou. 
De acordo com a autarca, a expectativa em redor do projecto é «enorme», uma vez que as seguradoras e associações profissionais, entre outras entidades, «procuram diariamente» os serviços das termas para poderem usufruir do espaço.
Gabriela Tsukamoto, que pretende captar para as termas um vasto número de utentes, de todas as idades, defendeu que as águas da Fadagosa, em Nisa são um «excelente medicamento», mas que também são «excelentes em termos preventivos».
A funcionar durante todo o ano, o complexo termal conta nesta fase com 20 trabalhadores, mas com a entrada em funcionamento do regime de internamento esse número vai aumentar para os 45 postos de trabalho directos.
«Nos próximos anos, se tivermos o número de utentes que esperamos atingir, que passa por alcançar os cinco a seis mil utentes anualmente, poderemos chegar à criação de 100 postos de trabalho directos, fora os indirectos que neste momento já temos», explicou.
O turismo em redor deste projecto, que está praticamente concluído, exceptuando as obras dos arranjos paisagísticos que ainda decorrem, também é um dos aspectos que já se faz sentir naquela região.
Segundo a autarca, estão a surgir em Nisa e na freguesia rural de Alpalhão dois projectos hoteleiros para dar resposta aos utentes das termas e existem «fortes possibilidades» de construção de uma unidade hoteleira nas imediações do complexo termal.
«Este complexo termal vai possibilitar às unidades hoteleiras da região outra dinâmica, uma vez que vamos precisar de muitas camas para albergar o vasto número de pessoas que esperamos receber», concluiu.

Greve no terminal do Porto de Sines

2_igrejamatrizsdcO Sindicato XXI convocou uma greve ao trabalho extraordinário dos trabalhadores do Terminal de Contentores do Porto de Sines por tempo indeterminado a partir de 2 de Março, reivindicando aumentos salariais e a negociação do acordo de empresa.
Num pré-aviso enviado aos ministérios do Trabalho e da Solidariedade Social e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, o Sindicato XXI – Associação Sindical dos Trabalhadores Administrativos, Técnicos e Operadores dos terminais de Carga Contentorizada do Porto de Sines, anuncia a greve a partir das 00:00 de 2 de Março.
O protesto, que afecta unicamente prestação de trabalho em horas extraordinárias, em horas de flexibilidade, em antecipações e prolongamentos de turnos, pretende, segundo revelou à Lusa o presidente do Sindicato XXI, a continuação da revisão do acordo de empresa e das tabelas salariais. «Os motivos da greve são principalmente a falta de vontade manifestada pela empresa em continuar a negociação da revisão do Acordo de Empresa e respectivas tabelas salariais», disse Joaquim Palheiro. «Criámos uma nova tabela salarial, mas a empresa, devido aos problemas existentes a nível nacional e mundial, diz que não tem condições para dar aumentos aos trabalhadores», explicou, afirmando que o sindicato acredita que a «empresa teve lucros e que tem condições» para aumentar os trabalhadores. 
A greve abrange cerca de 150 trabalhadores e operadores portuários da empresa PSA – Sines Terminais de Contentores SA, que gere o Terminal XXI (de contentores) e da Laborsines – Empresa de Trabalho Portuário, Unipessoal, Lda, que presta serviço do mesmo terminal.
O sindicato argumenta ainda que na origem da greve está «a violação reiterada do acordo de empresa e do Código do Trabalho, nomeadamente, o não cumprimento das normas relativas a horários de trabalho, horas suplementares e intervalos obrigatórios de descanso».
A associação sindical argumenta a convocação do protesto com a existência da «intimidação dos trabalhadores com ameaças de despedimentos e de instauração de processos disciplinares, sem fundamentos de facto, e tentativas de obter indemnizações dos trabalhadores sem prévia decisão judicial condenatória».

Jerónimo de Sousa defende nova Reforma Agrária

raeduardo_gageiroO secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu ontem, em Montemor-o-Novo (Évora), uma nova Reforma Agrária em Portugal, como «parte integrante do desenvolvimento rural». O líder comunista falava durante uma cerimónia que serviu para assinalar os 35 anos do início da Reforma Agrária, iniciativa que decorreu no auditório da Junta de Freguesia da Montemor-o-Novo.
«Um país como o nosso, com défices estruturais incomportáveis, precisa de uma nova Reforma Agrária, como parte integrante do desenvolvimento rural», afirmou Jerónimo de Sousa.
Num discurso centrado na evocação da Reforma Agrária, Jerónimo de Sousa lembrou que «milhares de homens e mulheres passaram a trabalhar mais de um milhão de hectares de terra» e considerou que tal foi o concretizar «de um inovador programa de transformação económica e de justiça social». 
«O êxito da Reforma Agrária manifestou-se, essencialmente, no aumento da área cultivada, da produção e na realização de trabalhos numa perspectiva de desenvolvimento», sustentou o líder do PCP, num auditório repleto de apoiantes e simpatizantes comunistas, muitos deles «protagonistas» da Reforma Agrária de Abril.
Para Jerónimo de Sousa, as Unidades Coletivas de Produção (UCP) “«omaram medidas que conduziram a uma notável melhoria das condições de vida dos trabalhadores». «Estabeleceram salários fixos, diminuíram a diferença entre os salários dos homens e das mulheres, criaram creches, jardins de infância, centro de dia e postos médicos», lembrou.
Por isso, o líder comunista afirmou que «este foi um dos raros períodos da história do último meio século no Alentejo, em que a região não conheceu o flagelo do desemprego, não perdeu população e viu muitos dos seus filhos regressar à terra».
«Tratou-se ainda de uma acção que, num tempo em que a reacção tudo fazia para o regresso ao passado fascista, deu um contributo determinante para a defesa e consolidação da democracia conquistada em Abril», acrescentou.
Jerónimo de Sousa destacou ainda o que considerou ter sido «a ofensiva criminosa que levou à liquidação» da Reforma Agrária, recordando que, na altura, existem 550 UCP, ocupando mais de um milhão de hectares de terra e assegurando 71 mil postos de trabalho.
«A famigerada Lei Barreto, como ficou conhecida a Lei 77/77, era uma lei claramente inconstitucional», afirmou, criticando a «destruição» da Reforma Agrária, o que levou «novamente ao Alentejo as terras abandonadas, a desertificação, o desemprego, a miséria e a fome».
«Hoje, graças à Política Agrícola Comum (PAC) e às imposições da União Europeia (UE), algumas centenas de grandes agrários recebem milhões de euros sem que lhes seja exigida a produção de um grama sequer de alimentos», disse.